10 de fevereiro de 2011

One day, maybe

Dizem que o tempo cura tudo. Usamos o tempo metaforicamente, como algo a que nos podemos agarrar, é a esperança e a certeza de que o tempo fará com que as coisas mudem. Amanhã, daqui a três dias, um mês ou um ano. Ninguém sabe. Porque o tempo é indefinido, é a coisa mais relativa à qual nos podemos socorrer para continuar a travessia da vida.

“Um dia” irá ser diferente. Há momentos em que só isso nos resta.

20/05/2010

7 de fevereiro de 2011

(Des)Encontros

Ia no carro e tu passaste pela estrada, acenámos um ao outro e foi só. O meu coração acelerou, o sorriso ficou estampado na cara o resto da viagem. É impressionante como, mesmo ao fim de tanto tempo, os efeitos que surtes em mim são os mesmos. Chega a ser bonito saber que irá ser sempre assim, por mais anos que passem. Porque são boas recordações que guardo comigo, porque tu serás sempre...tu. Sem mais palavras para explicar.
O que mudou foi o pós-encontro, ou seja a forma como depois encaro tudo isto. E posso afirmar que agora é muito mais positiva :)

6 de fevereiro de 2011

1 de fevereiro de 2011

Obrigada, MD

M: Ao contrário do que possas pensar, encho-me de orgulho de ti todos os dias.
I: Agora não há muito para orgulhar. Mas obrigada na mesma, é bom ouvir isso.
M: Aí é que te enganas. Se ficaria contente que tivessem ganho? Claro que sim, quem não ficaria? Se isso me faz orgulhar mais ou menos de ti? Tu não és só basket, ainda que possas não ter percebido isso ainda. És muito mais que isso. Acima de tudo és a minha melhor amiga, o meu orgulho, o meu sorriso!

31 de janeiro de 2011

Equipa

Pior final four. Pior campeonato. Fim de semana direito para a lista dos piores momentos.
O que me custou não foi o quarto lugar, não foi o termos perdido, mas sim a nossa prestação, a nossa apatia (que eu tentei negar, mas que no geral esteve presente), mas principalmente a desilusão que vi nos olhos daqueles que mais gosto.

A máquina do tempo ainda não nos pertence, não podemos voltar atrás, não podemos mudar o rumo dos acontecimentos e agora, apesar de me sentir triste, apesar de me sentir desmotivada, desmoralizada e sinceramente muito em baixo, sei que temos que levantar a cabeça. Sei que alguém tem que começar a acreditar, sei que alguém tem que puxar as mãos das outras e enfrentar o que aí vem. Se consigo ser essa pessoa? Não sei. sinceramente não sei. Mas o que sei é que tenho que tentar, por inúmeras razões, tenho que tentar porque não terei outra oportunidade, tenho que tentar porque é o meu último ano, porque a minha Equipa é das coisas que mais adoro e tenho que tentar porque sei que é dificil alguém fazê-lo.
Vou buscar a cola e tentar unir as partes que, infelizmente, se separaram. Dizemos que não, mas que na verdade se desmoronaram ao longo do tempo. Não vale a pena tentar culpar quem quer que seja, o que vale a pena é dar as mãos, é perceber que ainda há muito a provar e que ainda somos uma EQUIPA, com tudo o que isso implica!

Quero ter orgulho em nós, e não me digam que este se manteve intacto, não. tem cortes, tem cicatrizes. E agora precisamos de lamber as feridas, e fazer com que o orgulho volte, tanto da nossa parte como daqueles que se mantêm connosco.
Quero aproveitar os tempos que me restam convosco, da melhor maneira.

Vamos ser capazes, tá bom?



29 de janeiro de 2011

AHHHH

E desaparecer por uns dias, não?

27 de janeiro de 2011

so cold




I got this ice box where my heart used to be